E quando a ajuda alheia atrapalha? (com 6 lições!)

1 out

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Não sei se é só comigo (suspeito que sim), porém não é raro que outras pessoas tentem me “esmagar”. Vou explicar. Você já esteve rodeado de opiniões alheias sobre um assunto da sua vida (ou na sua vida como um todo) a tal ponto de você não conseguir sequer pensar? Ou ainda: a vontade dos outros já te pareceu mais importante do que a sua? Isso é o que eu chamo de ser “esmagado”.

Se você não faz ideia do que eu estou falando, você é um sortudo.

Como sou bem indecisa, muitas das vezes eu mesma procuro minha própria desgraça. Eu peço ajuda quando tenho dúvidas, e aí a bola de neve começa. O último caso ocorreu meses atrás, a respeito do prosseguimento do meu tratamento ortodôntico (para quem não sabe, uso aparelho autoligado estético desde Julho do ano passado). Como eu morro de medo de dentista e seus aparatos, não me achei a pessoa mais confiável neste momento. E comecei a ouvir opinião de quem quisesse me dar. Foram MUITOS pitacos.

O tempo passou, a hora de decidir chegou e eu ainda e não sabia o que fazer com tantas informações. Estava novamente me sentindo esmagada. Algo não estava certo, sabe? Então aquela luz se acendeu no fundo da minha mente: se eu não estava confortável com todas aquelas sugestões, por que iria eu seguir qualquer uma delas?

E foi simples assim. Descartei tudo o que tinha ouvido até então e resolvi perguntar a mim mesma o que eu queria fazer, medos e temores à parte.

Sabe que não foi tão difícil quanto eu imaginava? Muitas vezes o problema só é grande na nossa mente. A partir do momento que tomei a decisão que condizia com o meu eu, o resto foi mais fácil. E de brinde comprovei algumas lições que provavelmente me ajudarão em outros momentos:

  • Por mais que te conheçam, ninguém pode saber (ou adivinhar) tudo o que você precisa. Você é quem vive 24h do dia, todos os dias, sob sua pele e sabe todos os seus medos e sonhos.
  • Medo de errar todos nós temos, porém isso não pode se tornar um impedimento. E daí que sua escolha não for a melhor no final? Não é você que vai assumir as consequências? Melhor que sejam consequências de algo que você quis em vez de fruto da opinião alheia.
  • Às vezes é legal decidir coisas sozinho. Dá sensação de independência.
  • Precisar ou procurar constantemente a aprovação dos outros é se anular. Tira a graça da vida. Só você precisa aceitar a si mesmo.
  • Por mais que não seja uma boa ideia tomar decisões baseadas no medo (fugir, por exemplo), é importante considerar que ele é um dos fatores que compõem sua personalidade. Só adianta querer vencer os medos quando a vontade vem de dentro de você, e não de outra pessoa.
  • Não é legal se sentir “esmagado”. Não é saudável ter medo de expressar-se, mesmo que o que você vá dizer não agrade a todos. Não é saudável ter medo de mostrar quem você é.

No meu caso, muitas pessoas não ficaram alegres em saber que eu desprezei a opinião delas e segui por outro caminho. Eu fiquei sem jeito, mas tive que permanecer firme. Fui educada, e simplesmente ignorei a insatisfação delas. Infelizmente situações como esta acontecem várias vezes durante a vida (sempre, se sua vida for parecida com a minha), mas a cada vez a gente vai aprendendo e melhorando.

Para mim a situação teve quase um final feliz (quase porque não teve jeito de evitar do procedimento), mas me conte nos comentários como a experiência foi pra você! Diga-me como você lida com estas situações, ou se nunca passou por algo parecido. Espero que, se (ou quando) você vier a lidar com algo do tipo, minhas lições te ajudem de alguma forma. 😉

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  • Li até a página 100 e… (1) Desperte seu Gigante Interior, de Anthony Robbins

    28 jun

    Pagina100_EstanteLotada

    Olá galera!

    Já faz algum tempo que eu quero retornar com os posts literários aqui no blog (último foi a resenha do livro Delírios de Consumo de Becky Bloom), porém eu estava sem ideias e lendo pouquíssimo para conseguir produzir novas resenhas (foco, cadê você?).

    Então, quando eu estava lá cabisbaixa, a luz no fim do túnel apareceu para mim e, entre um clique e outro, encontrei o blog Estante Lotada e a TAG Li até a página 100! Achei super legal a ideia, e resolvi começar logo!

    desperte-seu-gigante-interior-210x300Compre: SaraivaCultura

    Primeira frase da página 100:

    “O outro fator é o número de referências que temos — é evidente, quanto mais experiências de referência apoiam uma ideia, mais forte se tornará sua convicção.”

    Do que se trata o livro?

    O autor é o maior especialista em neurolinguística do mundo e neste livro ele apresenta a teoria de que todos nós temos uma força interior que podemos usar para mudar ou aperfeiçoar qualquer área da nossa vida, começando pela substituição de convicções e crenças limitantes por outras mais libertadoras. E com exemplos ele tenta ensinar o leitor a aplicar essas teorias em sua vida.

    O que está achando até agora?

    Estou gostando e concordo com vários aspectos da teoria pois já a comprovei em mim mesma. No entanto, como ainda estou no início (o livro tem 664 páginas e estou na 130), estou com a sensação de “bom demais para ser verdade”. Estou um pouco cética, evitando criar muitas expectativas por enquanto.

    O que está achando da personagem principal?

    Como não há personagem principal neste livro, falarei um pouco do que estou achando do autor. Ele com certeza é uma pessoa bem renomada em sua área e estou gostando da maneira com a qual ele conduz a leitura, aproveitando bem todos os exemplos para embasar sua teoria.

    Melhor quote até agora:

    “Acredito que a vida é como um rio, e que a maioria das criaturas salta no rio da vida sem ter decidido onde quer chegar. Assim, logo são apanhadas pela correnteza: dos acontecimentos, dos medos, dos desafios. Quando chegam a bifurcações, não decidem conscientemente para onde querem ir, ou qual a direção certa em seu caso. Apenas “seguem o fluxo”. Tornam-se uma parte da massa de gente que se deixa dirigir pelo ambiente, e não por seus próprios valores.” 

    Vai continuar lendo?

    Sim, porém no ritmo que estou lendo vai demorar um século até eu chegar ao final! Estou ansiosa para testar as dicas do livro na minha vida.

    Última frase da página:

    “O que a maioria das pessoas não sabe é que Bill Gates, o co-fundador dessa companhia, não era apenas algum gênio que deu sorte, mas uma pessoa que entrou em ação sem quaisquer referências para apoiar sua convicção.”

    OBS: Estou lendo a versão antiga em PDF, disponibilizada online, enquanto o meu livro físico não chega. Portanto, pode haver divergências aí quanto a página 100.

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  • Vídeo: Feito é melhor que perfeito

    28 maio

    Feito-melhor-perfeito

    Olá galera!

    Hoje a conversa é em vídeo, e da maneira mais bem humorada (e mais bem intencionada) possível, eu tentei passar um pouco para vocês o que penso sobre o perfeccionismo e sobre quem vive sendo mordido pelo bichinho da perfeição.

    Muita gente acha que realmente é possível fazer algo universalmente perfeito (e os diferentes pontos de vista, gente?), e levanta a bandeira do “sou perfeccionista” na lista das qualidades, para mostrar o quanto é proativo e eficiente. Mas será que na prática é tão bom assim querer tudo perfeito? Será que dá pra ser sempre assim?

    Se por acaso a crise do perfeccionismo vive te perturbando e te fazendo refazer várias vezes a mesma coisa, se ela te deixa estressado e frustrado e te faz acreditar que nada nunca está bom o suficiente… bem, acho melhor você assistir o vídeo aí embaixo, tá?

    O vídeo pode não estar perfeito, mas vai que ele te ajuda mesmo assim?

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